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FILME 2

Eu vou começar já elogiando: “Que filmão da porra!”

É com muito prazer que eu escrevo sobre essa maravilhosa nova adaptação das aventuras do icônico rei Arthur. Eu não sei nem por onde começar, dessa vez eu só tenho elogios a fazer, seja ao elenco, ao diretor, ao roteiro, fotografia, figurino, e claro, a magnífica montagem, que, meus senhores, foi esplêndida… 

“Rei Arthur – A lenda da espada” conta-nos a história de Arthur (Charlie Hunnam) (não diga), um rapaz que cresceu nas ruas de Londonium e aos poucos foi conquistando seu lugar como o “manda-chuva” dos becos e vielas da cidade. Crescido em um bordel, Arthur logo se torna o dono do lugar e não permite que as suas garotas sejam maltratadas. O jovem protagonista não tem noção do seu potencial, até entrar em contato com a famosa espada Excalibur. Eis então que a trama se desenvolve, pois, graças a profecia que ronda a espada, Arthur agora passou de “ninguém” a “prometido rei de nascença”. Os desafios e os problemas enfrentados pelo futuro rei são em alguns momentos, literalmente gigantes. E aos poucos, suas experiências vão moldando o homem que governará a Inglaterra.

O roteiro do filme é muito bom. Escrito de uma forma dinâmica e divertida, não deixa muita coisa solta e cria uma linha de acontecimentos não muito linear. A parceria entre Guy Ritchie, Joby Harold e Lionel Wigra, acertou em cheio. A direção do filme é fantástica, as escolhas dos acontecimentos, o dinamismo do filme, meu deus, é tudo tão agradável que eu tenho que me controlar para não elogiar tanto. Ritchie traz um pouco da forma como dirigiu o também maravilhoso Sherlock Holmes. A atmosfera fria que o diretor passa nos seus filmes, unida com uma dose generosa de alívios cômicos, faz da sua direção uma das minhas favoritas.

O elenco do filme trás muita gente conhecida. Os já conhecidos por Game of Thrones, Aidan Gillen, Michael McElhatton e Eline Powell, além, é claro, de Charlie Hunnam, Djimon Hounsou, Eric Bana e Jude Law. A atuação de Charlie Hunnam como Arthur é muito agradável, cativa você logo nas primeiras cenas. O ator assistiu muitas lutas do UFC Irlandês para incorporar a sua atuação, o estilo de luta irlandês. Uma atriz que rouba a cena é sem dúvidas a Astrid Bergès-Frisbey. Sua personagem, a maga, é muito encantadora e ao mesmo tempo poderosa. Sua aparência frágil é antagônica ao seu poder e habilidade. 

A fotografia do filme, o figurino, a direção de arte, os efeitos, a montagem, é tudo muito maravilhoso. Os planos, as cores, o figurino, o dinamismo da montagem, os efeitos das batalhas, as armaduras perfeitamente lindas, é um conjunto que torna tudo tão bom de assistir. As cenas onde o Arthur utiliza o poder da Excalibur são muito bem feitas e fazem o público vibrar com a ação. E claro, eu não poderia deixar de falar do ponto mais importante para mim em uma produção: a trilha sonora. EU AMEI A TRILHA DESSE FILME! Sim, em caps para deixar claro o quanto a trilha desse filme é boa e extraordinária. 

Esse é o tipo de filme que você deseja muito uma continuação, mas teme pelo que pode vir, pois uma obra tão boa, pode ser estragada se continuada… Há rumores de que será uma saga de 6 filmes, então, só nos resta esperar.

Eu não achei que esse dia chegaria, mas meus leitores e minhas leitoras, eu estou dando nota 5, nota máxima, para esse filme. Indico muito e por favor, vão assistir esse filmão!

Escrito por Háron Souzza.

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